12 outubro 2012
11 outubro 2012
Cereja - do - Rio Grande
No jardim ou no pomar, a cerejeira-do-rio-grande se destaca pelo tronco elegante e copa decídua, que marca as estações e ainda fornece numerosos frutinhos. Além disso, é indispensável em áreas de reflorestamento, pois é muito atrativa para a vida silvestre. Os frutos são muito saborosos, doces e levemente ácidos, com polpa carnosa e suculenta. Eles podem ser consumidos in natura ou na forma de compotas, geléias, sorvetes, vinhos, licores, etc. Também pode ser plantada em vasos. A queda dos frutos produz um certo lixo e mancha calçadas e carros, por este motivo, deve se evitar seu uso em áreas de estacionamento.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia sombra, em solo fértil, profundo, drenável e enriquecido com matéria orgânica. Aprecia sombreamento parcial e irrigação periódica nos primeiros anos após o plantio, sendo gradativamente descoberta. Tolerante ao frio. É importante a fertilização anual com adubos químicos ou orgânicos, aplicados na projeção da copa. Também deve se ter o cuidado de manter a árvore bem hidratada durante a floração. Uma irrigação complementar neste período, em caso de estiagem, pode garantir uma boa frutificação. Multiplica-se por sementes que germinam em até 2 meses. A frutificação é precoce, iniciando 4 anos após o plantio. O espaçamento ideal é de 6 metros entre as mudas.10 outubro 2012
Jabuticabeira em flor
Clima vai afetar o Brasil.
Siga os estudos que estão sendo feitos para amenizar este risco que estamos correndo.
http://www.agritempo.gov.br/climaeagricultura/
08 outubro 2012
Piolho de galinha,uma praga!
Qual
foi o espanto quando nos deparamos com tais bichinhos que deixam as
galinhas nervosas, piolho de galinha ,para falar a verdade nem sabia
que existia,mais fomos atrás de um tratamento,fomos em uma
loja de produtos de animais e descobrimos que isso é mais
freqüente que o esperado, o moço da loja nos indicou
Bolfo da Bayer, aplicamos nas galinhas e no ninho depois de limpar o
mesmo,tem dois dias o ocorrido , hoje indo ver como estava a galinha,não vi nenhum piolho,tomara que tenha sumido. Agora pesquisando na net descobri que colocar duas pedrinhas
de canfora também ajuda a espantar, vou testar.
Vai uma dica...Agroecologia.
Banco de Experiências, o Banco de Pesquisas e o Banco de Contatos (pessoais e institucionais). As consultas e os cadastros nos bancos de dados podem ser feitas livremente pelos visitantes do sistema.
As seguintes organizações são responsáveis pelo gerenciamento dos bancos de dados:
Articulação Nacional de Agroecologia (ANA): gerencia o banco de experiências no Brasil.
Associação Brasileira de Agroecologia (ABA-Agroecologia): gerencia o banco de pesquisas e o cadastro das experiências brasileiras nas áreas de ensino, pesquisa e extensão agroecológica.
Sociedade Científica Latino-americana de Agroecologia (Socla): gerencia o banco de pesquisas e o cadastro de experiências de ensino, pesquisa e extensão agroecológica nos demais países latino-americanos.
http://www.agroecologiaemrede.org.br/
07 outubro 2012
Limão Siciliano
Minha mudinha está crescendo...
O limão siciliano for trazido da Pérsia pelos conquistadores árabes, disseminou-se na Europa. Há relatos de limoeiros cultivados em Génova em meados do século XV bem como referências à sua existência nos Açores em 1494.
Séculos mais tarde, em 1742, os limões foram utilizados pela marinha britânica para combater o escorbuto, mas apenas em 1928 se obteve a ciência sobre a substância que combatia tal doença, batizado ácido ascórbico ou vitamina C, na qual o limão proporciona em grande quantidade: o sumo do limão contém aproximadamente 500 miligramas de vitamina C e 50 gramas de ácido cítrico por litro. Atualmente é uma das frutas mais conhecidas e utilizadas no mundo.
Popularizou-se no Brasil durante a chamada Gripe Espanhola (epidemia gripal de 1918, quando atingiu preços elevados, chegando a ser comprada por de dez a vinte mil réis cada unidade.
Ipê amarelo
Nome Técnico:
Nomes Populares :
ipê amarelo
Família :
Família Bignoniaceae
Origem:
Originária do Brasil
O ipê-amarelo é da espécie “Tabeluia alba”, o termo “alba” é proveniente de “albus” que significa “branco” em latim, cor presente no processo de renovação das folhas. É natural do semi-árido alagoano, mas conseguiu se adaptar em outros estados do Brasil.É encontrada na Floresta Pluvial da Mata Atlântica e da Floresta Latifoliada Semidecídua, facilmente encontrada em sub-bosques de pinhais. Em média, possuem 30 metros de altura, com tronco reto e tortuoso, e fuste de 5 a 8 metros. Seus ramos são grossos, tortuosos e compridos; e uma copa alongada e alargada na base.
Modo de cultivo :
Local ensolarado, não exigente em fertilidade do solo.
Reproduz-se por sementes que devem ser postas em substrato orgânico assim que colhidas, em local sombreado e com regas regulares.
06 outubro 2012
Temos Bananas...
Temos três tipos de bananas,prata,maçã e nanica.Aqui segue uma dicas,segundo minha avó a banana é ótima para quem sofre de câimbras ,então vamos a banana...
A banana, principalmente a prata, dentro do contexto atual alimentar e nutricional, é uma fruta com características originais e peculiares.
Energética, fácil de consumir e rapidamente digerida - em menos de duas horas -, a banana é recomendada para todas as idades.
Para os bebês é um alimento privilegiado devido sua diversidade de nutrientes. É base de muitas formulações para crianças de primeira idade (baby foods).
As crianças, de uma maneira geral, aceitam as bananas voluntariamente, podendo-se reforçar as merendas escolares, por exemplo.
Para os esportistas são indicadas pela sua riqueza em glicídios (açúcares), vitaminas do grupo B, potássio e magnésio, elementos importantes para um bom desempenho muscular.
Para os adultos ela pode isoladamente constituir ou complementar uma refeição rápida e agradável.
Saudável, a banana pode auxiliar na manutenção das defesas imunológicas graças aos seus aportes de vitaminas C e B, em minerais e em oligo-elementos variados (zinco, cobre, manganês, selênio etc.)
pequisa em:http://www.brazilianfruit.org/Informacoes_para_o_consumidor/informacoes_nutricionais_banana.asp?produto=2
Uvas começamos a formar as parreiras...
Começamos a formar as parreiras das uvas ...tinha que ter, não é? Optamos por essas duas especies por ser mais comum na região.
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| Uva Isabel |
A Uva Isabel é tida como um híbrido natural de Vitis labrusca x Vitis vinifera. Segundo registros, originou-se de semente na Carolina do Sul, Estados Unidos, antes de 1800. Daí foi levada para o norte por Isabella Gibbs, expandindo-se rapidamente na costa leste do país. Entre 1820 e 1830 foi levada para a Europa onde alcançou grande difusão. Foi introduzida em São Paulo entre 1830 e 1840, chegando ao Rio Grande do Sul pela Ilha dos Marinheiros entre 1839 e 1842. Teve rápida expansão em todos os estados vitícolas do Brasil, constituindo-se na base do desenvolvimento da vitivinicultura brasileira. `Isabel` é uma cultivar de alta fertilidade e rusticidade, proporcionado colheitas abundantes com poucas intervenções de manejo. Tem o sabor característico das labruscas, adaptando-se a todos os usos: é consumida como uva de mesa; usada para a elaboração de vinhos branco, rosado e tinto, os quais, muitas vezes, são utilizados para a destilação ou para a elaboração de vinagre; origina suco de boa qualidade; pode ser matéria prima para o fabrico de doces e geleias. É a cultivar mais plantada no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Também vem apresentando boa performance no Triângulo Mineiro e no Mato Grosso, onde poderá ser uma boa opção para a elaboração de suco.![]() |
| Uva Rosada |
A uva rosada é uma mutação somática da Niágara Branca, detectada em parreiral do Sr. Antônio Carbonari, em 1933, no município de Louveira, São Paulo. Distingue-se da forma original, branca, pela intensa cor rosada das bagas. Difundiu-se rapidamente, substituindo a Niagara Branca como uva de mesa, em virtude de o consumidor brasileiro preferir uvas rosadas para consumo in natura. É a principal uva de mesa cultivada no Rio Grande do Sul, em Santa Catarina e no sudeste de São Paulo. Nos últimos anos, vem sendo plantada nas regiões tropicais do Brasil, especialmente no noroeste de São Paulo, no Mato Grosso, no Mato Grosso do Sul e no norte de Minas Gerais. Como resultado, já começa a aparecer no mercado em períodos de entressafra das regiões tradicionais, com perspectivas de grande expansão nos próximos anos. Além dos plantios comerciais, a Niagara Rosada apresenta ampla difusão em pequenos parreirais para consumo doméstico, devido a sua produtividade e rusticidade.pesquisa em:http://www.vinhosnet.com.br/paginas.php?codigo=20
05 outubro 2012
Repelente de cravo-da-índia
Esse repelente caseiro contra picas de mosquito, ganhei a receita de minha tia ano passado depois que tive dengue,achei legal e fui fazer para ver se dava certo.Bom aqui em casa não se usa outra coisa agora,passo ele até nos móveis.
Ingredientes:
10 gramas de cravo-da-índia
1/2 litro de álcool
100 ml de óleo de amêndoas, coco, para bebês ou outro sem aditivos.
Modo de fazer: colocar os cravos no álcool e guardar por 4 dias, agitando de manhã e à noite. Só então misturar o óleo. Usar poucas gotas na pele.
Modo de Usar:algumas gotas pelo corpo, não provocou alergias.
04 outubro 2012
Forragem...

A forragem que estamos fazendo é da seguinte forma, todas as folhas que vai caindo das árvores,todos os frutos(agora é a vez das mangas ,com vento cai muita manga pequena )laranjas velhas também ,restos de podas.Passo tudo no picador de galhos e fica como na foto acima.Uma parte vai para compostagem outra para horta e outra para cobrir o solo do milho.Estou evitando usar o máximo de adubo animal.
Milho...
O milho está com 14 dias, e todos que plantei já estão brotando,coloquei uma forragem para proteger mais o solo , ainda tenho que colocar mais , só não deu tempo, agora só semana que vem...
03 outubro 2012
Cultivos da região
Cafezal em flor ,esse ano está previsto uma ótima colheita.Nossa região é conhecida por ter grandes cafezais..

O eucalipto sempre um ótimo investimento para o futuro.Em média leva 7 anos para poder comercializar,o eucalipto tratado no campo terá seu valor bem mais alto,praticamente 4 vezes o valor do não tratado.
Estranho...BROCA DO CAFÉ
Do nada aconteceu isso com a grevillea ,primeiro pensamos que foi o vento,segundo um raio,mais nada disso foi broca.
Originária da África, onde foi referida como praga em 1901 no Congo, a broca do café atingiu o estado de São Paulo, por volta de 1913, em sementes importadas da África e de Java. Somente a partir de 1924 foram sentidos os prejuízos causados pela praga, constando-se então a sua gravidade. De São Paulo, a broca do café espalhou-se por todas as regiões cafeeiras do país. A broca é considerada a principal praga do café, pelo fato de afetar a produção e a qualidade de bebida do café.
Para melhor utilizar as diferentes táticas de manejo integrado da broca-do-café, é importante detectar com certa precisão a data de início de "trânsito" das brocas no campo; o "trânsito" não é mais que a emergência das brocas dos sítios de invernação para atacar os novos frutos de café.
A broca-do-café Hypothenemus hampei é uma das pragas que provoca maiores prejuízos à cafeicultura, pois, atacando os frutos, afeta diretamente a produção (Nakano et al., 1976). Dependendo do nível de infestação, os prejuízos podem chegar a 21%, somente pela perda de peso (Souza& Reis, 1980). Além disso, a qualidade do café fica prejudicada, uma vez que as porcentagens de grãos brocados e quebrados aumentam proporcionalmente ao aumento da infestação da praga, resultando num produto de tipo e valor comercial inferiore, pois, para cada cinco grãos brocados e/ou quebrados encontrados na amostra, o lote de café correspondente é penalizado com um defeito no sistema de classificação (Toledo1947/1948; IBC, 1985).
Apesar da preocupação existente em controlar biologicamente a broca, logo após sua introdução no Brasil, em 1913 (Hempel 1934, Bergamin 1943, Toledo 1948), os esforços iniciais foram descontinuados frente a popularização dos inseticidas sintéticos. Este fenômeno aconteceu também em outros países do mundo (Waterhouse & Norris 1989). A broca continua a ser um fator limitante para a cultura de café, porque reduz a produtividade da cultura e, principalmente, deprecia a qualidade do fruto. Em alguns países, como a Colômbia, onde foi introduzida recentemente (1988), esta praga está causando a devastação da produção (Baker 1995).
Visando elaborar estrategias para o manejo da broca, é preciso interrelacionar os conhecimentos sobre a biologia e a dinâmica populacional do inseto com a dinâmica de produção de frutos pela planta e, futuramente, com a dos quatro parasitóides conhecidos, para poder estimar o impacto de cada um deles no controle da praga. Isto implica na análise conjunta da dinâmica de três níveis tróficos, sob um determinado clima e condições agronômicas de manejo.
MORFOLOGIA.
O inseto, na sua forma adulta, é um pequeno besouro de coloração escura e brilhante, tendo o corpo cilíndrico, robusto, recurvado para a região posterior, com o primeiro seguimento do tórax bem desenvolvido e recobrindo a cabeça.
O corpo é revestido de escamas e cerdas e com os élitros sulcados longitudinalmente. A fêmea possui aproximadamente 1,65 m de comprimento por 0,73 m de largura. O macho é um pouco menor, tem as asas rudimentares, não voando, vivendo no fruto onde se origina.
Cada macho copula com 10 fêmeas ou mais, dentro do fruto. A razão sexual é de 1 macho para 9,75 fêmeas.
A fêmea fecundada perfura o fruto na região da cicatriz floral ou coroa, fazendo uma galeria através da polpa, ganhando o interior de uma das sementes. Abre, então, a galeria, transformando-a em uma pequena câmara onde realiza a postura. A fecundidade média das fêmeas é de 74 ovos (31 a 119 ovos) e a longevidade média, de 156 dias (81 a 282 dias).
A fêmea coloca 2 ovos por dia e o numero de ovos por câmara dificilmente ultrapassa a 20. O período médio de incubação dos ovos é de 7,6 dias (4 a 16 dias). O período larval é de 13,8 dias em média (9 a 20 dias) e o período pupal de 6,3 dias em média (4 a 10 dias). O número de gerações, em nossas condições, pode chegar até a 7 por ano, sendo que 4 a 5 evoluem no período de novembro-dezembro a julho-agosto. O ciclo evolutivo médio da praga é de 27,7 dias (17 a 46 dias).
CICLO DE VIDA.
Ovos – Os ovos são pequenos, brancos, elípticos e com brilho leitoso. A fêmea põe em média dois ovos por dia. Após 20 dias apenas um ovo por dia. A longevidade da fêmea é de 156 dias.
Larvas – As larvas começam a alimentar-se de pequenas partículas das câmaras de onde nasceram, depois de alguns dias as larvas em pleno desenvolvimento provocam o dano na semente/grão (perda total do peso) .Pupa – Após o período larva de 14 dias, a larva transforma-se em pupa de coloração branca e com decorrer dos dias escurece até castanho claro. Período pupal é de 7 dias em média.
Adulto – O adulto da broca do café é um besouro preto luzidio, corpo cilindrico e recurvado para a região posterior. Os machos possuem as mesmas características das fêmeas, sendo porém menores e com asas rudimentares. A razão sexual é um macho para dez fêmeas. Nunca deixam os frutos onde se originaram, pelo fato de não voar.
A broca ataca o café nos vários estágios de desenvolvimento : frutos verdes, maduros e secos. Frutos chumbinhos não são os preferidos, mas também são atacados. Neste estágio a praga faz uma galeria rasa, ficando com a parte posterior do corpo para fora.
Ocorre quedas de frutos, mas via de regra não ovopositam por estarem nos frutos muito aquosos. O ataque se acentua na fase de granação e maturação.
Após a fêmea penetrar no fruto e fazer galerias com a respectiva câmara de postura, surgem as larvas que vão destruir total ou parcialmente a semente. Altas infestações diminuem a porcentagem de grãos perfeitos e aumentam a de grãos perfurados, de escolha e de grãos quebrados, determinando, em conseqüência, uma sensível perda de peso além do mal aspecto e sabor. Normalmente um lote de café coco com 85% de infestação de broca, apresenta uma perda de peso, após o beneficiamento, de aproximadamente 20%. Evidentemente infestações menores acarretam proporcionalmente menores redução de peso.
Outro prejuízo atribuído a broca é aquele referente a queda de frutos. Durante o desenvolvimento dos frutos observou-se que a broca foi responsável pela queda de 46% dos frutos em um cafezal com 61% de infestação no final da safra, e a proporção da queda entre frutos broqueados e frutos sadios foi de 4,6 : 1 para aquela infestação, verificando-se uma proporção de 3 por 1 entre frutos broqueados que caíram e frutos broqueados que permaneceram.
A inferiorização do tipo é também um dos prejuízo, pois a cada 5 (cinco) grãos perfurados atribui-se um defeito. Um lote de café pode passar do tipo 2 ou 3 para o tipo 7 ou 8, devido exclusivamente ao ataque da praga. Observa-se, portanto, que além de se ter menor quantidade de café devida a redução do peso e à queda de frutos, consegue-se menor preço pelo produto devido à perda da qualidade. 3.4.
MANEJO INTEGRADO. 3.4.1. Amostragem para avaliação da infestação.
A forma mais adequada para acompanhar a infestação da broca e realizar o controle no momento oportuno, é fazer amostragem mensal na lavoura, de novembro até cerca de 70 dias antes da colheita. O cafeicultor deverá programar-se para fazer a última pulverização respeitando a carência do produto. O inseticida mais eficiente para esse fim é o Endosulfan (princípio ativo), cuja carência é de 70 dias, ou seja, o intervalo mínimo de dias permitido entre a aplicação do produto e a realização da colheita. Outra indicação para iniciar a amostragem é quando os frutos estiverem na fase de chumbo e chumbões, período em que as sementes já estão formadas e, portanto, na fase em que a broca perfura o fruto,
A amostragem deve ser feita percorrendo-se o talhão em zig-zag e tirando ao acaso 100 frutos de cada planta escolhida (25 em cada face). O número de plantas a ser amostrado depende do tamanho do talhão, conforme apresentado no Quadro 1. Em seguida, faz-se a separação dos frutos brocados e não brocados para a determinação da percentagem de infestação.
Quadro 1. Número de plantas amostradas em função do tamanho do talhão.
Número de plantas no Talhão Nº de plantas amostradas
Acima de 5000 1,5% das plantas
Adaptado de Souza & Reis, 1997.
O controle deverá ser iniciado quando a infestação atingir 3% a 5%, iniciando-se pelas partes mais atacadas da lavoura. Como o ataque não se distribui uniformemente, recomenda-se o controle apenas para os talhões, cuja infestação da praga já tenha atingido 3 a 5%. Procedendo-se dessa forma, evitam-se gastos desnecessários com mão-de-obra e inseticida, como também, diminuição dos problemas relacionados ao uso do defensivo. Mesmo após o controle, o monitoramento deve continuar e quando a infestação alcançar os índices recomendados, fazer o controle novamente, respeitando os limites de carência do inseticida usado.
Para produtores que utilizam ou não inseticidas, uma das alternativas para a redução do ataque da broca, é uma colheita bem feita e um repasse na lavoura se necessário, não deixando frutos na planta ou no chão, para evitar a sobrevivência dessa praga e reinfestação na próxima safra. Deve-se destruir os cafezais velhos e abandonados, nos quais a broca encontra abrigo e se multiplica livremente, e também, alertar o vizinho para que controle o ataque de broca, evitando focos para outras lavouras.
Controle cultural.
A redução do ataque da broca pode ser obtida fazendo-se uma colheita bem feita e um repasse na lavoura, se necessário, para evitar a sobrevivência dessa praga e que passe para os frutos novos da próxima safra. Devem-se destruir os cafezais velhos e abandonados, nos quais a broca encontra abrigo e se multiplica livremente, e também alertar o vizinho para que controle a praga, evitando focos para outras lavouras.
Controle Biológico.
A Embrapa Rondônia vem desenvolvendo pesquisa com a vespa-da-costa-do-marfim
(Cephalonomia sp.), que é um importante inimigo natural da broca-do-café. Contudo, o estudo encontra-se em fase preliminar, para conhecer aspectos referentes à biologia da vespa e possibilidade de multiplicação em larga escala para testes em campo. Em cafezais de diversos municípios do Estado, tem-se observado a ocorrência do fungo Beauveria bassiana fazendo o controle da broca. É fácil perceber a presença do fungo, que fecha o furo feito pela broca em forma de um tufo branco. Nos cafezais onde ocorre o fungo, é comum encontrá-lo envolvendo broca morta no interior do fruto. Nessas lavouras recomenda-se não fazer aplicação de agroquímicos, a não ser que a infestação da broca ultrapasse 5% de frutos broqueados sem infecção de B. bassiana.
Além de ser uma tecnologia econômica e ambientalmente sustentável, o controle da broca com fungos apresenta uma série de vantagens ao cafeicultor. O bioproduto não é tóxico ao agricultor, não deixa resíduo e não altera a qualidade ou sabor do produto final, sendo melhor aceito pelo mercado consumidor nacional e internacional. Seu impacto sobre o ambiente e outros agentes de controle biológico das pragas é muito pequeno, podendo ser associado com outros métodos de controle. Pode manter-se na lavoura naturalmente, controlando o inseto mesmo após a aplicação.
Contudo, o cafeicultor não deve entender essa modalidade de controle como uma simples substituição do produto químico convencional pelo biológico. Trata-se de uma mudança mais profunda e que deve ser encarada com uma visão mais ampla, dentro de um contexto de manejo integrado. Deste modo, qualquer ação dentro do manejo fitossanitário na cultura pode influenciar positiva ou negativamente no sucesso do uso do produto biológico. Antes das aplicações é indispensável o monitoramento da população do inseto no campo. A broca, como para a maioria das pragas, distribui-se na lavoura de forma irregular, podendo ocorrer talhões de maior incidência do inseto. Talhões velhos, adensados e em locais mais úmidos, como baixadas, são geralmente mais infestados.Esses focos da praga são importantes fontes de infestação de novas áreas e devem ser controlados rapidamente.
CONCLUSÃO.
O conhecimento do manejo integrado para o controle da broca e bicho-mineiro é de extrema importância para a produção cafeira.
O responsável técnico tem que ser bem capacitado para que a tomada de decisão seja bem programada e precisa, sendo a tomada de decisão a principal etapa do manejo, onde nesta que é decidido quando e como realizar o controle.
02 outubro 2012
Adubo Verde
A adubação verde é o cultivo de plantas que estruturam o solo e o enriquecem com nitrogênio, fósforo, potássio, enxofre, cálcio e micronutrientes, que consiste em cultivar plantas que depois, serão picadas, servindo como cobertura ou forragem até serem decompostas.
Normalmente,as plantas mais utilizadas para esta técnica são as leguminosas. Elas se associam a alguns microrganismos que vivem em sua raiz num processo de simbiose, absorvendo o nitrogênio do ar situado no solo e transforma-o em compostos absorvidos pela planta.
As plantas cultivadas como adubo verde devem ser picadas e deixadas para compostagem e serão usadas como cobertura, você deve corta-las antes de dar sementes, o que as tornaria uma invasora. Também é considerado adubação verde enterrar restos de culturas anteriores.
Para fazer o adubo deve-se picar todos os restos de podas,folhas,restos de legumes crus e fazer num cantinho da sua horta, uma pilha de camadas alternadas de terra ,folhas,matos, restos de cozinha,tendo o cuidado de ir uma vez por semana revirando a pilha, se usar um picador o processo acelera na decomposição,leva em média 2 meses. A matéria orgânica que resultará sera o humos que irá empregar nas hortas e vasos.
28 setembro 2012
Dicas para formar uma horta

Agora
vamos ao preparo do solo:Acrescentar
o adubo animal seja de curral bem curtido ou de cama de frango esse
tem que ser em menor proporção(adubo de curral 2 kg/m²
e de cama de frango será a metade) ou use substrato feito em
seu próprio terreno(na página adubo verde tem como se
faz).Se seu solo for muito argiloso coloque um balde de areia para
2,0 m²,misture bem ,coriga o seu solo com cal (CaOH) na medida
de 50 grs de cal / m²,misture novamente sua cama,deixe descansar
uma semana pelo menos.
Passado
o tempo de descanso vamos cercar suas camas com
(madeira,garrafas pet,essas sem fundo e gargalo,em pé e cheia terra,pedra,tijolos...)para que fiquem pelo menos uns 20 cm a 35
cm do nível do solo quanto mais altas melhor.
Camas prontas
vamos ao plantio, escolha bem o que irá plantar,para
iniciantes o ideal é começar com
rabanete,nabo,cenouras...e qualquer outra planta que seja de plantio
direto,sem precisar fazer mudas. Molhe bem as camas de véspera
ou espere chover, no dia seguinte plantes suas sementes de
preferencia duas sementinhas por cova,regue duas vezes ao dia,mais
cuidado para não deixar o terreno encharcado.

Agora
vamos ao preparo do solo:Acrescentar
o adubo animal seja de curral bem curtido ou de cama de frango esse
tem que ser em menor proporção(adubo de curral 2 kg/m²
e de cama de frango será a metade) ou use substrato feito em
seu próprio terreno(na página adubo verde tem como se
faz).Se seu solo for muito argiloso coloque um balde de areia para
2,0 m²,misture bem ,coriga o seu solo com cal (CaOH) na medida
de 50 grs de cal / m²,misture novamente sua cama,deixe descansar
uma semana pelo menos.Boa colheita!
OBS: Entre as camas deixe o mato sempre aparado pois ele serve para manter a umidade do terreno e mantem o solo vivo.
26 setembro 2012
Geleia de pimenta dedo-de-moça
Ingredientes:
1 kg de pimenta dedo - de - moça
1 1/2 de acúcar união
1 litro de água
10 gr de cravo- da -india
10 gr de canela pau
Modo de Fazer:
Primeiro passo é retirar as sementes da pimenta.
Depois deve escalda-las.
Enquanto isso prepare a calda com água e açúcar.
quando estiver fervendo ,coloque a canela e o cravo.
Deixe ferver , por último coloque a pimenta e deixe reduzir no ponto de geléia.
O segredo está na canela que tira o ardor da
pimenta.
O picante fica bem disfarçado,é uma delicia para comer com pão,recheio de bolo,bombom,torradas,e ate com peito de frango.
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